Mais um ano se passando e muitas histórias pra contar. Histórias boas, ruins, alegres, tristes... muitas tomadas de lição pra nunca mais cometermos o mesmo erro. Todo ano é assim.
Escrevemos um livro de 365 páginas todos os anos. No dia 31 de Dezembro somos presenteados com um livro em branco, sem título e sem prefácio. E no dia 1º de Janeiro começamos a escrevê-lo, muitas vezes com a continuação do ano anterior. É claro que cada ano que se começa temos mais esperança, prometemos muitas coisas, fazemos juramentos e concluímos algumas coisas dos anos anteriores. Sempre será.
Então, nesse novo ano que está pra começar, lembre-se que Deus estará te dando mais um livro, mais uma oportunidade de escrever coisas belas, atitudes corretas e boas ações. É uma grande oportunidade que você está recebendo. Não desperdice. Seja fiel aos seus atos e construa um belo livro pra ser sempre lido com amor.
E claro, a mudança só depende de você. Não adianta nada querer que este ano acabe logo, pensando que no ano que vem será melhor. Só será se você mudar.
Até a próxima, excelente 2013 para todos!!
=)
domingo, 30 de dezembro de 2012
sábado, 22 de dezembro de 2012
O fim do mundo
Olá!!!
Depois de muito tempo, nunca é tarde pra voltar! =)
Muito se falou do fim do mundo nesses últimos dias. Uma má interpretação do calendário Maia fez muita gente pirar, perder o juízo e criar coisas mirabolantes que, se bobear, até Deus duvida. Foi com certeza o assunto mais comentado nas redes sociais, na boca da galera e nos olhos dos mais impressionados. Bem, chegou dia 21, passamos pro dia 22 e nada aconteceu. "Nada". Acredito sim numa nova Era, um novo tempo, uma nova energia, um novo ciclo. Era disso que o famoso calendário dizia. É mais ou menos assim: no dia 21 pros Maias acabou um ciclo, como no dia 31 de dezembro nosso ano (ciclo) termina.
E todo recomeço tem um gosto especial. Novas crenças, novas ideias, uma energia diferente ao nosso redor. A boa vontade, o acreditar, o fazer. Tudo isso é um recomeço. É um novo mundo.
Muitas pessoas ficaram 'decepcionadas', porque muito se especulou sobre uma grande tragédia e nada mudou. Uma tragédia, minha gente, é achar que alguma coisa vai mudar se você nada fizer.
Desejo a todos uma boa entrada, bons fluídos ao seu redor, da sua família, amigos... Muito amor e paz no coração!
Muita luz! Namastê!
Até a próxima ;)
Depois de muito tempo, nunca é tarde pra voltar! =)
Muito se falou do fim do mundo nesses últimos dias. Uma má interpretação do calendário Maia fez muita gente pirar, perder o juízo e criar coisas mirabolantes que, se bobear, até Deus duvida. Foi com certeza o assunto mais comentado nas redes sociais, na boca da galera e nos olhos dos mais impressionados. Bem, chegou dia 21, passamos pro dia 22 e nada aconteceu. "Nada". Acredito sim numa nova Era, um novo tempo, uma nova energia, um novo ciclo. Era disso que o famoso calendário dizia. É mais ou menos assim: no dia 21 pros Maias acabou um ciclo, como no dia 31 de dezembro nosso ano (ciclo) termina.
E todo recomeço tem um gosto especial. Novas crenças, novas ideias, uma energia diferente ao nosso redor. A boa vontade, o acreditar, o fazer. Tudo isso é um recomeço. É um novo mundo.
Muitas pessoas ficaram 'decepcionadas', porque muito se especulou sobre uma grande tragédia e nada mudou. Uma tragédia, minha gente, é achar que alguma coisa vai mudar se você nada fizer.
Desejo a todos uma boa entrada, bons fluídos ao seu redor, da sua família, amigos... Muito amor e paz no coração!
Muita luz! Namastê!
Até a próxima ;)
sábado, 11 de agosto de 2012
R$ 100,00
Imagine que nós estejamos em um auditório e que eu tenha em mãos uma nota de R$ 100,00. Se eu oferecer ao público todos vão dizer sim. E se eu pegar a nota e amassá-la o público vai continuar querendo a nota? Sim! E se eu ainda pisotear a nota, deixá-la 'imunda' o público continuará querendo a nota? Sim!
Porquê?
Por que simplesmente a nota, por mais q esteja amassada, pisoteada e suja, não perdeu o seu valor. Ela continua sendo uma nota de R$ 100,00.
E nós?
Quantas vezes não fomos amassados ou pisoteados pela vida? Quantas vezes olhamos ao nosso redor e nos sentimos injustiçados? Mas, nem por isso, perdemos o nosso valor. Nunca deixaremos de tê-lo. Não deixaremos de ser nós, de termos a nossa essência, por causa de dores ou sofrimentos. Sempre teremos forças e vontade de fazer o bem pra sermos reconhecidos. Não perca o seu valor! E sempre saiba, principalmente, dar valor ao seu próximo.
Fiquem em paz! Até a próxima!
Porquê?
Por que simplesmente a nota, por mais q esteja amassada, pisoteada e suja, não perdeu o seu valor. Ela continua sendo uma nota de R$ 100,00.
E nós?
Quantas vezes não fomos amassados ou pisoteados pela vida? Quantas vezes olhamos ao nosso redor e nos sentimos injustiçados? Mas, nem por isso, perdemos o nosso valor. Nunca deixaremos de tê-lo. Não deixaremos de ser nós, de termos a nossa essência, por causa de dores ou sofrimentos. Sempre teremos forças e vontade de fazer o bem pra sermos reconhecidos. Não perca o seu valor! E sempre saiba, principalmente, dar valor ao seu próximo.
Fiquem em paz! Até a próxima!
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Ser feliz ou ter razão?
Oito da noite, numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não.
Vamos nos perguntar com mais frequência: Quero ser feliz ou ter razão?
Até a próxima! =)
quarta-feira, 18 de julho de 2012
O Rato e a ratoeira
Um Rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa!!!
A Galinha:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O Rato foi até o Porco e disse:
- Há ratoeira na casa, ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.
O Rato dirigiu-se à Vaca e disse:
- Há ratoeira na casa!
- O que? ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o Rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima... A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma Cobra venenosa, e a Cobra picou a mulher!!!
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital, ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de Galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, matou a Galinha. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la, para alimentá-los, o fazendeiro matou o Porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo, muita gente veio para o funeral e o fazendeiro então matou a Vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos!
Excelente fábula para ser divulgada principalmente na família e em grupos de trabalho!
"Nós aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos."
- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa!!!
A Galinha:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O Rato foi até o Porco e disse:
- Há ratoeira na casa, ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.
O Rato dirigiu-se à Vaca e disse:
- Há ratoeira na casa!
- O que? ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o Rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima... A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma Cobra venenosa, e a Cobra picou a mulher!!!
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital, ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de Galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, matou a Galinha. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la, para alimentá-los, o fazendeiro matou o Porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo, muita gente veio para o funeral e o fazendeiro então matou a Vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos!
Excelente fábula para ser divulgada principalmente na família e em grupos de trabalho!
"Nós aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos."
sábado, 23 de junho de 2012
Que história emocionante!
No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem por toda a vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas para uma escola comum.
Num jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes.
Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou:
- Onde está a perfeição no meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é feito com perfeição? Meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem. Meu filho não se pode lembrar de fatos e números como as outras crianças. Então, onde está a perfeição de Deus?
Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai, mas ele continuou:
- Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança.
Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:
- Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que o conheciam, estavam jogando beisebol. Pedro perguntou-me:
- Pai, você acha que eles me deixariam jogar?
Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria na equipe. Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação. Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar. O menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação de seus companheiros de equipe e mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse:
- Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava. Acho que ele pode entrar na nossa equipe e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada.
Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino. Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar. No final da oitava rodada, a equipe de Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo por três. No final da nona rodada, a equipe de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado para continuar. Uma questão, porém, veio à minha mente: a equipe deixaria Pedro, de fato, rebater nesta circunstância e deitar fora à possibilidade de ganhar o jogo? Surpreendentemente, foi dado o bastão a Pedro. Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão. Porém, quando Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater. Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e perdeu. Um dos companheiros da equipe de Pedro foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador.
O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Pedro. Quando veio o lance, Pedro e o seu companheiro da equipe balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador. O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a numa curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base.
Então todo o mundo começou a gritar: Pedro corre para a primeira base, corre para a primeira. Nunca na sua vida ele tinha corrido... mas saiu disparado para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro fora de jogo, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base. Todo o mundo gritou:
- Corre para a segunda, Pedro, corre para a segunda base.
Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente
para a base principal. Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária
colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram:
- Corre para a terceira.
Ambas as equipes correram atrás dele gritando:
- Pedro, corre para a base principal.
Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para a equipe dele.
- Naquele dia, disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!
O fato é verdadeiro e ao mesmo tempo causa-nos tanta estranheza! Entretanto, há pessoas que enviam mil piadas por e-mail e elas espalham-se como fogo, mas, quando enviamos mensagens sobre algo de bom, as pessoas pensam duas vezes antes de compartilhá-las. É preocupante que coisas grotescas, vulgares e obscenas cruzem livremente o ciberespaço, mas se você decidir passar adiante esta mensagem, não a enviará para muitos de sua lista de endereços, porque não está seguro quanto ao que eles acreditam, ou o que pensarão de você. Mostre que está acima de qualquer tipo de discriminação e envie esta linda e verdadeira história.
Todos precisamos parar alguns momentos para pensar naquilo que é realmente importante na vida. A amizade e a solidariedade nunca sairão de moda.
Basta querermos!
Até a próxima! Muita luz!
Num jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes.
Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou:
- Onde está a perfeição no meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é feito com perfeição? Meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem. Meu filho não se pode lembrar de fatos e números como as outras crianças. Então, onde está a perfeição de Deus?
Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai, mas ele continuou:
- Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança.
Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:
- Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que o conheciam, estavam jogando beisebol. Pedro perguntou-me:
- Pai, você acha que eles me deixariam jogar?
Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria na equipe. Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação. Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar. O menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação de seus companheiros de equipe e mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse:
- Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava. Acho que ele pode entrar na nossa equipe e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada.
Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino. Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar. No final da oitava rodada, a equipe de Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo por três. No final da nona rodada, a equipe de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado para continuar. Uma questão, porém, veio à minha mente: a equipe deixaria Pedro, de fato, rebater nesta circunstância e deitar fora à possibilidade de ganhar o jogo? Surpreendentemente, foi dado o bastão a Pedro. Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão. Porém, quando Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater. Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e perdeu. Um dos companheiros da equipe de Pedro foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador.
O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Pedro. Quando veio o lance, Pedro e o seu companheiro da equipe balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador. O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a numa curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base.
Então todo o mundo começou a gritar: Pedro corre para a primeira base, corre para a primeira. Nunca na sua vida ele tinha corrido... mas saiu disparado para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro fora de jogo, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base. Todo o mundo gritou:
- Corre para a segunda, Pedro, corre para a segunda base.
Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente
para a base principal. Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária
colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram:
- Corre para a terceira.
Ambas as equipes correram atrás dele gritando:
- Pedro, corre para a base principal.
Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para a equipe dele.
- Naquele dia, disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!
O fato é verdadeiro e ao mesmo tempo causa-nos tanta estranheza! Entretanto, há pessoas que enviam mil piadas por e-mail e elas espalham-se como fogo, mas, quando enviamos mensagens sobre algo de bom, as pessoas pensam duas vezes antes de compartilhá-las. É preocupante que coisas grotescas, vulgares e obscenas cruzem livremente o ciberespaço, mas se você decidir passar adiante esta mensagem, não a enviará para muitos de sua lista de endereços, porque não está seguro quanto ao que eles acreditam, ou o que pensarão de você. Mostre que está acima de qualquer tipo de discriminação e envie esta linda e verdadeira história.
Todos precisamos parar alguns momentos para pensar naquilo que é realmente importante na vida. A amizade e a solidariedade nunca sairão de moda.
Basta querermos!
Até a próxima! Muita luz!
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Os 10 mandamentos da boa convivência
Recebi de uma amiga muito querida esse texto e quero compartilhar com vocês! Boa leitura!
I - Tenha controle de sua língua. Sempre diga menos do que pensa. Cultive uma voz baixa e suave. A maneira como se fala muitas vezes impressiona muito mais do que aquilo que se fala.
II - Pense antes de fazer uma promessa e depois não dê importância ao quanto lhe custa.
III - Nunca deixe passar uma oportunidade para dizer uma coisa meiga e animadora a uma pessoa ou a respeito dela.
IV - Tenha interesse nos outros, em suas ocupações, seu bem estar, seus lares e famílias. Seja alegre com os que riem e lamente com os que choram. Deixe cada pessoa com quem encontra sentir que você lhe dispensa importância e atenção.
V - Seja alegre. Conserve para cima os cantos da boca. Esconda as suas dores, deus desapontamentos e inquietações sob um sorriso. Ria de histórias boas e aprenda a contá-las.
VI - Conserve a mente aberta para todas as questões da discussão. Investigue, mas não argumente. E marca de ser superior é discordar e ainda conservar a amizade.
VII - Deixe as suas virtudes falarem por si mesmo e recuse a falar das faltas e fraquezas dos outros. Desencoraje murmúrios. Faça uma regra de falar coisas boas aos outros.
VIII - Tenha cuidado com os sentimentos dos outros. Gracejos e humor não valem a pena e frequentemente magoam quando menos se espera.
IX - Não faça caso das observações, mas a seu respeito. Só viva de modo que ninguém acredite nelas. Nervosismo e indigestão são causas comuns para maledicência.
X - Não seja tão ansioso a respeito de seus direitos. Trabalhe, tenha paciência, conserve seu temperamento calmo, esqueça de si mesmo e receberá a sua recompensa.
Caridade: benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. (LE, 886)
Fiquem em paz!! Até a próxima!
I - Tenha controle de sua língua. Sempre diga menos do que pensa. Cultive uma voz baixa e suave. A maneira como se fala muitas vezes impressiona muito mais do que aquilo que se fala.
II - Pense antes de fazer uma promessa e depois não dê importância ao quanto lhe custa.
III - Nunca deixe passar uma oportunidade para dizer uma coisa meiga e animadora a uma pessoa ou a respeito dela.
IV - Tenha interesse nos outros, em suas ocupações, seu bem estar, seus lares e famílias. Seja alegre com os que riem e lamente com os que choram. Deixe cada pessoa com quem encontra sentir que você lhe dispensa importância e atenção.
V - Seja alegre. Conserve para cima os cantos da boca. Esconda as suas dores, deus desapontamentos e inquietações sob um sorriso. Ria de histórias boas e aprenda a contá-las.
VI - Conserve a mente aberta para todas as questões da discussão. Investigue, mas não argumente. E marca de ser superior é discordar e ainda conservar a amizade.
VII - Deixe as suas virtudes falarem por si mesmo e recuse a falar das faltas e fraquezas dos outros. Desencoraje murmúrios. Faça uma regra de falar coisas boas aos outros.
VIII - Tenha cuidado com os sentimentos dos outros. Gracejos e humor não valem a pena e frequentemente magoam quando menos se espera.
IX - Não faça caso das observações, mas a seu respeito. Só viva de modo que ninguém acredite nelas. Nervosismo e indigestão são causas comuns para maledicência.
X - Não seja tão ansioso a respeito de seus direitos. Trabalhe, tenha paciência, conserve seu temperamento calmo, esqueça de si mesmo e receberá a sua recompensa.
Caridade: benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. (LE, 886)
1. Ligou? Desligue.
2. Abriu? Feche.
3. Desmontou? Monte.
4. Quebrou? Conserte.
5. Sujou? Limpe.
6. Não sabe como funciona? Não mexa.
7. Não sabe fazer melhor? Não critique.
8. Você não veio para ajudar? Não atrapalhe.
9. Pediu emprestado? Devolva.
10. Não é seu? Peça licença.
11. Falou? Assuma.
8. Você não veio para ajudar? Não atrapalhe.
9. Pediu emprestado? Devolva.
10. Não é seu? Peça licença.
11. Falou? Assuma.
Fiquem em paz!! Até a próxima!
Assinar:
Postagens (Atom)




