quinta-feira, 3 de maio de 2012

Os 10 mandamentos da boa convivência

Recebi de uma amiga muito querida esse texto e quero compartilhar com vocês! Boa leitura!

I - Tenha controle de sua língua. Sempre diga menos do que pensa. Cultive uma voz baixa e suave. A maneira como se fala muitas vezes impressiona muito mais do que aquilo que se fala.

II - Pense antes de fazer uma promessa e depois não dê importância ao quanto lhe custa.

III - Nunca deixe passar uma oportunidade para dizer uma coisa meiga e animadora a uma pessoa ou a respeito dela.

IV - Tenha interesse nos outros, em suas ocupações, seu bem estar, seus lares e famílias. Seja alegre com os que riem e lamente com os que choram. Deixe cada pessoa com quem encontra sentir que você lhe dispensa importância e atenção.

V - Seja alegre. Conserve para cima os cantos da boca. Esconda as suas dores, deus desapontamentos e inquietações sob um sorriso. Ria de histórias boas e aprenda a contá-las.

VI - Conserve a mente aberta para todas as questões da discussão. Investigue, mas não argumente. E marca de ser superior é discordar e ainda conservar a amizade.

VII - Deixe as suas virtudes falarem por si mesmo e recuse a falar das faltas e fraquezas dos outros. Desencoraje murmúrios. Faça uma regra de falar coisas boas aos outros.

VIII - Tenha cuidado com os sentimentos dos outros. Gracejos e humor não valem a pena e frequentemente magoam quando menos se espera.

IX - Não faça caso das observações, mas a seu respeito. Só viva de modo que ninguém acredite nelas. Nervosismo e indigestão são causas comuns para maledicência.

X - Não seja tão ansioso a respeito de seus direitos. Trabalhe, tenha paciência, conserve seu temperamento calmo, esqueça de si mesmo e receberá a sua recompensa.

Caridade: benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. (LE, 886)


                                     

1. Ligou? Desligue.
2. Abriu? Feche.
3. Desmontou? Monte.
4. Quebrou? Conserte.
5. Sujou? Limpe.
6. Não sabe como funciona? Não mexa.
7. Não sabe fazer melhor? Não critique.
8. Você não veio para ajudar? Não atrapalhe.
9. Pediu emprestado? Devolva.
10. Não é seu? Peça licença.
11. Falou? Assuma.


Fiquem em paz!! Até a próxima!

sábado, 21 de abril de 2012

Paciência


No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem. Ela disse:
Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.
- Um bonito garoto - respondeu o homem - e completou: - Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.
Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.
- Melissa, o que você acha de irmos?
Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos!
O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.
Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:
 - Hora de irmos, agora?
Mas, outra vez Melissa pediu:
 - Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!
O homem sorriu e disse:  Está certo!
 - O senhor é certamente um pai muito paciente - comentou a mulher ao seu lado.
 O homem sorriu e disse: 
- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado,
quando montava sua bicicleta perto daqui.   Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele. Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa.  Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta.
Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar...
 
Em tudo na vida estabelecemos prioridades.
Quais são as suas?
Lembre-se: nem tudo o que é importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!
Dê hoje, a alguém que você ama, mais cinco minutos de seu tempo.

Tenham uma linda semana! Até a próxima! =)

terça-feira, 10 de abril de 2012

Os Lobos

Chorando, o netinho foi se abrigar no colo do avô. Sofrera uma enorme injustiça.
O avô, com a sabedoria dos anos, contou ao neto um pouco de sua vida:

- Eu mesmo, algumas vezes, senti ódio daqueles que me fizeram mal e não deram sinais de arrependimento. Mas o ódio corrói você e não afeta seu inimigo. É o mesmo que tomar veneno desejando que seu inimigo morra. Lutei muitas vezes contra esse sentimento.

As lágrimas já haviam secado nos olhos do neto e o avô continuou:
- É como se existissem dois lobos brigando dentro de mim. Um deles é bom e não magoa ninguém. Vive em harmonia com todos ao redor dele e não se ofende quando percebe que não houve intenção de ofender. Ele só luta quando é justo, na defesa dos direitos e na medida certa.

Mas o outro lobo, é cheio de raiva. Mesmo as pequenas coisas o fazem partir para agressão. Briga com todos, o tempo todo, sem qualquer motivo. Ele não consegue refletir porque sua raiva é muito intensa.
E o avô concluiu:
-Às vezes é difícil conviver com esses dois lobos brigando dentro de mim, pois ambos tentam dominar meu espírito.

O garoto olhou fixamente os olhos serenos do avô e perguntou, um tanto curioso:
- E qual deles vence, vovô?

E o avô respondeu:

Aquele que eu alimentar mais!

Tenham uma linda semana! Até a próxima! =)

quarta-feira, 28 de março de 2012

Paradoxo do Nosso Tempo

"Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.


Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anosFomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos..


Aprendemos a nos apressar, e não a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.


Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.


Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.


Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente deletar.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.


Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais e/ou num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. 

Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valorize sua familia e as pessoas que estão ao seu lado, sempre."



Lindo esse texto de George Carlin! Precisamos de amor, carinho, compreensão... então, dê tudo isso, e com certeza lhe será dado de volta! Sua vida agradece.


Até a próxima! =)

quinta-feira, 22 de março de 2012

Torradas Queimadas

"Quando ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar.
E me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho muito duro.
Naquela noite, minha mãe pôs um prato de ovos, lingüiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai.
Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato.

Tudo o que meu pai fez foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada.
E eu nunca esquecerei o que ele disse:
- Adorei a torrada queimada...


Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.
Ele me envolveu em seus braços e me disse:

- Filho, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada...  Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém.
A vida é cheia de imperfeições, e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor marido, empregado ou cozinheiro, talvez nem o melhor pai, mesmo que tente todos os dias!
O que tenho aprendido através dos anos é que, saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.
Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos os dois, a suprir um as falhas do outro. Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando. Ela não sabe usar a furadeira, mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar cheiroso, de tão limpo.
Eu não sei fazer uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu. Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar. A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apóia, eu e ela nos completamos.
Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois presentes. Não que mais tarde , o dia que um partir, este mundo vá desmoronar, não vai. Novamente teremos que aprender e nos adaptar para fazer o melhor."
Podemos facilmente estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, colegas e amigos. Temos que ter mais tolerância, esse é o segredo!
Até a próxima! =)

segunda-feira, 5 de março de 2012

As doenças e você

Segundo a psicóloga americana Louise l. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. "Todas as doenças tem origem num estado de não perdão", diz ela. Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais. Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento. A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas por Louise. Reflita, vale a pena tentar evitá-las:


DOENÇAS               /                 CAUSAS:

AMIGDALITE:    Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA:    Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE:    Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE:    Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE:    Crítica conservada por longo tempo.
ASMA:    Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE:    Ambiente família inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER:    Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL:    Medo de aceitar a alegria.
DERRAME:    Resistência. Rejeição a vida.
DIABETES:    Tristeza profunda.
DIARREIA:    Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA:    Autocrítica, falta de autovalorização.
ENXAQUECA:    Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS:    Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ:    Medo. Negação do prazer.
GASTRITE:    Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORROIDAS:    Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE:    Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA:    Medo, culpa.
LABIRINTITE:    Medo de não estar no controle.
MENINGITE:    Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS:    Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE):    Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA:    Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA:    Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA:    Falta de amor em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE:    Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES:    Medo de absorver a vida.
QUISTOS:    Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS:    Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO:    Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA:    Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS:    Crítica, desapontamento, fracasso.
SINUSITE:    Irritação com pessoa próxima.
TIREOIDE:    Humilhação.
TUMORES:    Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS:    Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES:    Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

Por isso vamos tomar cuidado com os nosso sentimentos... principalmente daqueles, que escondemos de nós.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Desapegue!!

Vi numa rede social esse texto e achei sensacional a simples forma de praticar o desapego. Vale muito a pena compartilhar! :)

Vende-se tudo por Martha Medeiros

11NO
No mural do colégio da minha filha, encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos. O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo o que se tem.
- Não é, não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.


Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo, e por tudo se entenda: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.


Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes, o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estavam vendendo uma estante.


Eu convidava pra subir e, em dez minutos, negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas. Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma.


No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros.


Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material. Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo. Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar.


Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que se torna cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida…


Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile. Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha que, na época, tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio.
Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.


Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza.
Até a próxima! =)